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Caro estudante, para o desenvolvimento desta atividade mapa, é necessário realizar a leitura das reportagens em destaque:
Lei que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira celebra mais de duas décadas
Nesta semana, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) celebra o aniversário da Lei 10.639/03, que completa 22 anos em 2025, e tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira em todas as instituições de ensino fundamental e médio, públicas e privadas.
Reconhecida como um marco no enfrentamento do racismo estrutural, a legislação trouxe mudanças significativas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), visando promover reflexões sobre a importância da população afro-brasileira na formação da identidade nacional, ampliando o reconhecimento de suas contribuições culturais, sociais e econômicas.
Dois artigos foram adicionados à LDB: o artigo 26-A tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira em diferentes disciplinas, como Artes, Literatura e História, destacando as contribuições do povo negro nas dimensões social, econômica e política; enquanto o artigo 79-B estabeleceu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar, celebrado em 20 de novembro, em homenagem a Zumbi dos Palmares e à luta histórica da população negra.
Para a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, a Lei 10.639/03 é fundamental para a promoção da equidade racial no Brasil. “Essa legislação representa um passo essencial para que as escolas sejam espaços de reconhecimento da diversidade e valorização das contribuições da população negra. Ainda temos muita luta pela frente, muitos desafios a enfrentar, mas, sem sombra de dúvidas, também temos que celebrar esta lei e seu impacto no combate ao racismo e na construção de uma sociedade mais justa”, afirmou.
Reconhecimento
A legislação representou um grande avanço, mas não foi um ponto final na luta por uma educação inclusiva. Em 2008, a Lei 11.645 ampliou essa obrigatoriedade, incluindo também a história e cultura dos povos indígenas nos currículos escolares. Ambas as leis são instrumentos centrais para a construção de uma educação antirracista e multicultural no Brasil.
Wilma Coelho, chefe da Assessoria Especial de Educação e Cultura em Direitos Humanos do MDHC, destacou a importância da implementação efetiva do dispositivo. “A Lei 10.639/2003 promove uma virada inédita ao inserir a perspectiva da História da África e da Cultura Afro-brasileira no currículo escolar e universitário. Trata-se de um esforço coletivo para reconhecer sujeitos historicamente invisibilizados e combater hierarquias que sustentaram desigualdades ao longo do tempo”, ressaltou a assessora especial.
Segundo a gestora, a lei ainda propõe uma crítica ao modelo eurocêntrico que tradicionalmente domina a narrativa histórica, redefinindo o protagonismo de povos e culturas africanas na formação da sociedade brasileira. “A inclusão sistemática desses conteúdos nas escolas e universidades não só amplia o repertório cultural e histórico dos estudantes, mas também fortalece os valores democráticos ao reconhecer a diversidade como elemento central na construção do Brasil”, concluiu.
Leia na íntegra em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/lei-que-tornou-obrigatorio-o-ensino-de-historia-e-cultura-afro-brasileira-celebra-mais-de-duas-decadas (acesso em 03 de outubro de 2025).
Integração de conteúdos antirracistas em disciplinas escolares fortalecem o ensino da história e cultura afro-brasileira
A fim de fortalecer o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira e contribuir com a mudança de um cenário preocupante, professoras da Escola Municipal Embaixador Barros Hurtado, localizada em Cordovil, bairro da Zona Norte carioca, implementam, nas matérias de matemática, ciências e espanhol, conteúdos que enaltecem a educação antirracista.
A Lei 10.639/2003 torna obrigatório o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira no currículo escolar. No entanto, apesar da existência da legislação, sua implementação ainda enfrenta desafios que envolvem todo o ecossistema acadêmico. Além das escolas, as secretarias municipais e estaduais de educação desempenham um papel central na definição de diretrizes, alocação de recursos e formação contínua dos profissionais da educação. Da mesma forma, a participação ativa de gestores, educadores, estudantes e seus familiares é essencial para garantir a efetividade desse processo.
“As mais de duas décadas da Lei 10.639 colaboram, sem dúvidas, para uma revisão histórica e a inclusão de outros olhares, visões e percepções entre os profissionais de educação e, obviamente, entre os estudantes. O ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nos currículos da educação básica, embora ainda longe do ideal, tem contribuído para a ampliação das políticas e estratégias pedagógicas de valorização da diversidade”, defende Ana Paula Brandão, gestora do Projeto SETA, organização cujo objetivo é transformar a rede pública escolar brasileira em um ecossistema de qualidade social antirracista.
Saberes matemáticos no continente africano, Feira Afroetnomatemática, e descobertas dos povos africanos e indígenas. Docente da disciplina de matemática há 18 anos, Juliana Teixeira, implementa conteúdos antirracistas em suas aulas através de conhecimentos do continente africano. De acordo com a professora, para realizar esse trabalho é necessário, principalmente, desconstruir a visão eurocêntrica tão divulgada. “Como exemplo prático, posso citar a Feira Afroetnomatemática, realizada em nossa escola. Os alunos pesquisam, constroem e ensinam sobre diversos jogos educativos africanos, além de trabalharem conceitos matemáticos por meio da capoeira, da engenharia africana, tranças, entre outros temas”, comenta.
Clarissa Raso, professora de ciências, aborda o conteúdo sempre que o assunto pode ser contextualizado com a história, a cultura, os costumes e as contribuições afro-brasileiras. Ao abordar astronomia, por exemplo, Clarissa inclui contos, narrativas e descobertas realizadas pelos povos africanos e indígenas. No ensino de evolução, ela trabalha a origem da humanidade no continente africano, explorando as características físicas e genéticas que explicam a adaptação e sobrevivência dos diferentes grupos populacionais ao redor do mundo. Já em botânica, a proposta é explorar o conhecimento sobre plantas medicinais, investigando seu uso tradicional e sua relevância até os dias atuais, reconhecendo a importância dos saberes ancestrais.
“Com essas abordagens em sala de aula, os alunos demonstram interesse em trabalhar a temática, pois se sentem pertencentes e identificados com o assunto. As transformações no conhecimento ocorrem gradualmente, mas, ao observarmos atentamente, percebemos melhorias na autoconfiança, na empatia e até mesmo no comportamento”, salienta a professora.
Já durante as aulas de espanhol, Elisabete Macedo, que tem mais de duas décadas de profissão, apresenta aos estudantes personalidades negras e indígenas da cultura hispano-americana, além de políticos, literários e artistas. “Nos encontros, percebemos que os alunos se identificam mais com as histórias de vida dos personagens apresentados. Com isso, notamos que eles passam a ter mais orgulho de si mesmos”, compartilha a educadora, que tem a expectativa de os estudantes desenvolverem uma consciência crítica sobre os diversos corpos e culturas que compõem a população brasileira.
Leia na íntegra em: https://www.geledes.org.br/integracao-de-conteudos-antirracistas-em-disciplinas-escolares-fortalecem-o-ensino-da-historia-e-cultura-afro-brasileira/ (acesso em 03 de outubro de 2025).
Em seu 22º aniversário, a Lei 10.639/03 que decreta a obrigatoriedade de estudos e discussões acerca da História da África e da cultura africana e afro-brasileira na Educação Básica, continua sendo um pilar na luta contra o racismo e pela valorização da diversidade cultural. Desde sua promulgação em 2003, tivemos avanços significativos na formação e capacitação de professores, nos materiais didáticos escolares, na gestão das escolas e principalmente na estruturação do currículo base. Todavia, mesmo com todo este progresso ainda estamos muito longe de construir uma sociedade ética e respeitosa, que reconheça e valorize suas raízes históricas e culturais que tenha como base a luta antirracista.
Por meio destas reflexões, convidamos você, futuro professor de História da Educação Básica, a pensar na organização de um plano de aula utilizando a ludicidade como ferramenta pedagógica nos estudos de História da África e Cultura Africana e Afro-brasileira, especificamente para o 7º ano do Ensino Fundamental II, onde a temática está prevista de acordo com a BNCC. Para tanto, você deverá seguir as etapas listadas a seguir. Leia com atenção:
Etapa 01 – Plano de Aula do 7º ano do Ensino Fundamental II de acordo com a BNCC.
História da África e Cultura africana e afro-brasileira (coloque o nome do conteúdo escolhido);
Obrigatoriamente: 7º do Ensino Fundamental II;
Neste item deve ser colocado o nome da unidade temática de acordo com o conteúdo (tema) a ser trabalhado;
Neste item deve ser colocado os objetos de conhecimento de acordo com a Habilidade escolhida;
Neste item deve ser colocado qual será a habilidade trabalhada;
Quais as competências e/ou objetivos de aprendizagem que você deseja atingir nesta aula de acordo com o tema escolhido? Apresente três objetivos;
Apresentar de maneira sintetizada:
Considere que este plano de aula seja aplicável para duas aulas de 50 minutos;
Liste de forma objetiva o passo a passo em sala de aula;
Busque gerenciar o tempo de forma que ocorra:
Destacar quais materiais você vai precisar para realizar a brincadeira com seus alunos. Por exemplo: garrafas pet, fitas, giz, canetas, cartolinas, cordas, latas, papéis etc.
Explique o passo a passo da brincadeira escolhida. Como brincar? Objetivos? Individual, dupla, grupos? Nível de dificuldade e se houve alguma adaptação?
Cole o link do vídeo que você gravou na etapa 02 (este link é gerado pelo youtube);
Etapa 02 – Gravação de vídeo.
Após a conclusão do seu Plano de Aula (que será preenchido no template disponível na pasta Material da Disciplina), você deverá gravar um vídeo de acordo com o roteiro a seguir.
*Atenção: você NÃO irá gravar a execução da brincadeira.
Seu vídeo deverá ser postado no seu canal do youtube na opção “NÃO LISTADO” contendo no mínimo 2 min e no máximo 5 min. Ao concluir o processo de upload você deverá copiar o link gerado pelo youtube e colar no espaço reservado dentro do template. Prontinho, agora só falta enviar a atividade Mapa e finalizar!
Obs.: Lembrando que a nota desta atividade será dividida em duas partes (uma parte reservada ao desenvolvimento da Etapa 01 e outra, para a Etapa 02).
Orientações gerais:
– Para desenvolver esta atividade, você deverá utilizar o TEMPLATE que está disponível na pasta “Material da Disciplina”.
– Assista o tutorial explicativo disponível na Sala do Café.
– Não se esqueça de que este é um trabalho acadêmico, assim, observe as Normas da ABNT. Todos os materiais utilizados na elaboração do MAPA devem ser devidamente referenciados.
– Atenção: se identificado plágio (cópia indevida de textos pesquisados, ou cópia textual entre colegas) a atividade poderá ser zerada.
– Anexe o arquivo no campo de resposta da atividade MAPA, clicando sobre o botão selecionar arquivo.
– Após anexar o arquivo, certificar-se de que se trata do arquivo correto, clique no botão Responder e, posteriormente, em Finalizar Questionário (após “Finalizar o Questionário”, não será possível reenviar a atividade ou realizar qualquer modificação no arquivo enviado).
– Tendo dúvidas, não deixe de encaminhá-las por meio do “Fale com o mediador”.
Bom trabalho!
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