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MAPA – TEOL – TEOLOGIA BÍBLICA – 54_2025

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Disponível por encomenda

Descrição

 

Acadêmico: R.A.:
Curso: Bacharel em Teologia
Disciplina: Teologia Bíblica

 

 

Instruções para Realização da Atividade

 

  1. Todos os campos acima deverão ser devidamente preenchidos;
  2. É obrigatória a utilização deste formulário para a realização do MAPA;
  3. Esta é uma atividade individual.
  4. Utilizando este formulário, realize sua atividade, salve em seu computador, renomeie e envie em forma de anexo no campo de resposta da atividade MAPA;
  5. Formatação exigida para esta atividade: documento Word, Fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12, Espaçamento entre linhas 1,5, texto justificado;
  6. Ao utilizar quaisquer materiais de pesquisa referencie conforme as normas da ABNT na última página deste formulário;
  7. Critérios de avaliação: Utilização do template (Formulário Padrão Mapa); Atendimento ao Tema; Constituição dos argumentos e organização das Ideias; Atendimento às normas da ABNT e correção ortográfica.
  8. Procure argumentar de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da disciplina.

 

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES:

 

Cópias indevidas e trabalhos em duplicidade serão zerados. Lembre-se que você está sendo preparado para atuar como profissional diferenciado no mercado.

Após finalizar sua atividade no Formulário Padrão MAPA, salve-a, em seguida, anexe o arquivo no espaço específico da atividade MAPA.

Lembre-se de clicar em Responder e Finalizar para efetivar a sua participação. Contudo, antes de finalizar, confira o arquivo anexado, pois arquivo em branco, corrompido ou incorreto não será atribuído nota.

Certifique-se de que está encaminhando o arquivo correto no seu Studeo antes de Finalizar, pois não haverá como editar e/ou enviar outro arquivo após a finalização.

A atividade será aceita somente pelo Studeo no espaço reservado para o envio. Atividades fora do prazo não serão aceitas.

 

Em caso de dúvidas, entre em contato com seu Professor Mediador pelo Studeo no Fale com o Mediador.

Bons estudos!

 

 

Atividade MAPA:

 

Teologia Bíblia: as Tradições do AT e NT

Agora que você identificou as diferenças básicas entre as três principais tradições do Antigo Testamento, é hora de ampliar sua visão para o quadro completo da revelação bíblica. O Novo Testamento não é uma simples repetição de perspectivas do AT, mas as reinterpreta e desenvolve de formas surpreendentes. A Literatura Sapiencial oferece uma abordagem mais filosófica e universal. Paulo desenvolve uma teologia cósmica do pecado que vai além das categorias do AT. Os Evangelhos mostram Jesus redefinindo completamente o que significa pecado e perdão. Os sacerdotais continuam influenciando até os dias de Jesus. Enfim, como apresentado na atividade anterior, há diversas tradições no AT, dentre as quais as principais são os Sacerdotes, os Profetas, a Monarquia e os Sábios; no NT o problema é mais denso e mais difícil de tratar. A maior unidade na escrita e tradição, o que também dificulta a compreensão das diferenças. No geral o NT agrega as tradições da comunidade dos discípulos de Jesus; As comunidades paulinas; A comunidade Joanina; e de forma polêmica, os saduceus no contexto da comunidade de Jesus, e os fariseus no contexto das comunidades Paulinas e Joaninas; também pode-se incluir a influência de discursos políticos relacionados aos gregos e aos romanos. Essa é uma apresentação generalista, porque, entre os discípulos de Jesus há vários grupos como os helenistas, os doze, a comunidade das mulheres, grupos dissidentes como os samaritanos e outros. Mas essa pesquisa mais ampliada não pode ser realizada agora, mas fica como lição de casa para os próximos anos de pesquisa bíblica.

Para esta atividade, você estudará cinco tradições principais que complementam as três anteriores para formar um mosaico teológico rico e complexo. Você descobrirá que cada tradição contribui com insights únicos, e que a diversidade canônica é uma das grandes riquezas das Escrituras. O desafio é comparar todas as tradições, identificando não apenas suas diferenças, mas também como juntas oferecem uma compreensão integral da condição humana e da graça divina.

Objetivo: Expandir a análise para as sete tradições bíblicas, identificando as diferenças e contribuições específicas de cada uma.

Tradições bíblicas

  1. TRADIÇÃO SACERDOTAL/CRONISTA

Textos Centrais: Levítico 4:1-35; 1 Crônicas 21:1-30; Esdras 9:6-15

Textos para Ampliação da Pesquisa: Levítico 5:14-6:7; Levítico 16:20-22; Números 19:1-22; 2 Crônicas 7:14; 2 Crônicas 29:20-36; Esdras 10:10-11; Neemias 1:4-11; Neemias 9:16-37

  1. LITERATURA SAPIENCIAL

Textos Centrais: Jó 14:1-4; Provérbios 8:13; Eclesiastes 7:20

Textos para Ampliação da Pesquisa: Jó 4:7-9; Jó 15:14-16; Provérbios 1:7; Provérbios 14:34; Eclesiastes 9:2-3; Sirácida 15:11-20

  1. CARTAS PAULINAS

Textos Centrais: Romanos 5:12-21; Romanos 7:7-25; Romanos 3:9-26

Textos para Ampliação da Pesquisa: Romanos 1:18-32; Romanos 2:17-29; Romanos 6:1-14; Gálatas 3:19-25; Efésios 2:1-10; 1 Coríntios 15:21-22

  1. EVANGELHOS

Textos Centrais: Marcos 2:1-12; Lucas 15:11-32; João 8:1-11

Textos para Ampliação da Pesquisa: Mateus 5:21-48; Marcos 7:1-23; Lucas 7:36-50; Lucas 18:9-14; João 3:16-21; João 9:1-3

  1. CARTAS JOANINAS

Textos Centrais: 1 João 1:5-10; 1 João 3:4-10; 1 João 5:16-21

Textos para Ampliação da Pesquisa: 1 João 2:1-6; 1 João 2:15-17; 1 João 4:7-21; 2 João 7-11; 3 João 9-11

 

Para cada tradição, identifique:

  1. Termos principais (hebraico e grego)
  2. Como define pecado (Qual a ênfase principal de cada tradição?)
  3. Dimensão predominante (Individual, coletiva ou estrutural?)
  4. Principal consequência (O que, segundo o texto, resulta do pecado?)
  5. Solução oferecida (Segundo o texto, como resolver o problema do pecado?)

 

ORIENTAÇÃO DE RESPOSTA:

 

  1. Quadro Comparativo: Cinco Tradições Adicionais sobre Pecado (Modelo de tabela, pode ser ampliada, mas deve-se manter os mesmos aspectos para cada tradição)

 

Aspecto Sacerdotal/            Cronista Sapiencial Paulina Joanina Evangélica
Como define pecado Quebra da santidade/culto, contaminação do sagrado e violação da aliança; pecar “mancha” o povo e o santuário. Insensatez moral que contraria a ordem da criação; viver sem temor do SENHOR; “errar o caminho” da sabedoria. Poder-cósmico que reina por Adão e escraviza; estado universal de culpa; Lei revela/agrava mas não salva. Prática da “iniquidade” e “andar nas trevas”; negar o Filho; falta de amor/obediência; persistência deliberada no pecado. Pecado brota do coração; hipocrisia e exclusão; falhar na misericórdia/justiça; mas Jesus redefine: acolhe, cura e perdoa.
Dimensão predominante Coletiva-estrutural (povo/templo), com efeitos individuais. Individual (caráter, escolhas) com impacto social. Estrutural-cósmica (domínio do pecado/morte) integrada ao individual. Eclesial-ética (comunidade/relacionamentos) e individual. Relacional-comunitária (pertencer ao Reino), também individual.
Principal consequência Profanação do santuário, culpa comunitária, disciplina/exílio; afastamento da presença. Ruína, injustiça social, “vaidade”/absurdo da vida; afastamento da sabedoria. Morte, condenação, alienação de Deus; incapacidade de cumprir o bem. Ruptura de comunhão com Deus e com os irmãos; “pecado para morte” (1Jo 5:16). Exclusão do Reino se não houver metanoia; escravidão interior; marginalização — que Jesus reverte.
Solução oferecida Sacrifícios expiatórios (ḥaṭṭā’t/’āshām), purificações, confissão, arrependimento, liderança sacerdotal, retorno à aliança. Temor do SENHOR, correção/disciplina, aprender a sabedoria, retidão e prudência. Justificação pela graça mediante a fé; união com Cristo (morte/ressurreição), dom do Espírito, batismo, vida nova. Confissão da culpa; intercessão do “Advogado” (Jesus), obediência e amor; permanecer na verdade; evitar o “pecado para morte”. Arrependimento e fé em Jesus; acolher o perdão do Filho do Homem; prática de misericórdia; seguir Jesus (discipulado).
Contexto histórico Pós-exílio/Segundo Templo (ênfase em culto pureza/identidade); Crônicas/Esdras-Neemias reforçam templo/levitas e aliança. Tradição ampla (monarquia ao pós-exílio); sabedoria de Israel dialoga com horizonte universal (inclusive Sirácida). Comunidades paulinas no Império Romano (década 50–60 d.C.); tensão Lei–Evangelho e inclusão gentílica. Fim do séc. I d.C. (Ásia Menor, possivelmente Éfeso): disputas doutrinais, ética do amor e identidade comunitária. Evangelhos sinóticos e João (c. 70–100 d.C.): Jesus como intérprete definitivo da Lei e portador do perdão/autoridade divina.

 

  1. Síntese Final das Diferenças (das 8 Tradições estudadas na atividade 1 e na atividade Mapa)

 

Profetas Pré-exílicos: Ênfase no “Dia do Senhor” como tempo de juízo e restauração. Denunciam o pecado social e cultual de Israel (idolatria, injustiça, opressão) e conclamam ao arrependimento e à conversão. O pecado é entendido como infidelidade à aliança, e a solução está na conversão sincera e retorno a YHWH.

 

Deuteronomistas: Ênfase na aliança e obediência à Lei (Torá) como condição para a posse da Terra Prometida. O pecado é quebra da aliança e leva à perda da Terra; a fidelidade traz bênção e vida. A dimensão é coletiva e histórica, centrada na responsabilidade do povo diante da Lei de Deus.

 

Pentateuco: Ênfase na criação, queda e promessa. O pecado surge como desobediência à vontade divina (Gn 3) e se expande à humanidade (Gn 6–11). A solução divina é aliança e instrução (Torá), que orientam o relacionamento ético e comunitário com Deus. O foco é teológico e universal: Deus chama e forma um povo santo.

 

Sacerdotal/Cronista: Ênfase na pureza, culto e expiação. O pecado é impureza que contamina o povo e o santuário, exigindo rituais de purificação, sacrifício e arrependimento. Dimensão comunitária e cultual. A solução está na mediação sacerdotal e no retorno à aliança por meio da confissão e do culto ao Deus santo.

 

Sapiencial: Ênfase na sabedoria prática e moral. O pecado é tolice, ignorância do temor do Senhor e afastamento da ordem divina da criação. A dimensão é individual e ética, e a solução está na sabedoria, disciplina e temor de Deus. Destaca a responsabilidade pessoal e a busca pela justiça e equilíbrio.

 

Paulina: Ênfase na condição universal do pecado e na justificação pela graça mediante a fé. O pecado é poder cósmico que escraviza a humanidade e rompe a comunhão com Deus; sua consequência é a morte. A solução é a redenção em Cristo, que liberta e cria uma nova humanidade. Dimensão estrutural e existencial.

 

Joanina: Ênfase na luta entre luz e trevas e na necessidade de permanecer em Cristo. O pecado é viver sem amor e fora da comunhão; sua consequência é a ruptura com Deus e com os irmãos. A solução é andar na luz, confessar os pecados e viver no amor que procede de Deus. Dimensão espiritual e comunitária.

 

Evangélica: Ênfase em Jesus como perdão vivo e revelação plena da graça. O pecado é a falta de misericórdia, hipocrisia e dureza de coração. A consequência é o afastamento do Reino. A solução é o arrependimento (metanoia) e a fé em Cristo, que cura, perdoa e reintegra. Dimensão relacional e salvífica, centrada na restauração da pessoa e da comunidade.

 

  1. Oposições entre tradições (indique as tradições, veja o exemplo da primeira)

 

Ritual vs. Ética: (Pentateuco/Sacerdotal vs. Profetas)

 

Individual vs. Estrutural: (Sapiencial vs. Paulina)

 

Lei vs. Graça: (Deuteronomista / Pentateuco vs. Paulina / Evangélica)

 

Exclusão vs. Inclusão: (Sacerdotal / Cronista vs. Evangélica / Joanina)

 

REFERÊNCIAS

 

BÍBLIA. Nova Versão Internacional Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica Internacional (org.). Bíblia Sagrada. Santo André: Geográfica, 2018.

 

ZABATIERO, Júlio Paulo Tavares. Teologia Bíblica. Maringá/PR: Unicesumar, 2016.